sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Futebol se ganha em campo

Noticia:  Rebaixamento da Portuguesa

O futebol a muito tempo perdeu a graça e isso por diversos motivos. Charles Miller já falava que a pior coisa para o futebol seria ele se popularizar. E de fato o futebol do passado em quase nada lembra o futebol de hoje. 

"O importante não é vencer é competir", isso só nos lábios do Barão de Coubertin. Atualmente, joga-se 38 rodadas é se rebaixado inventa uma história e chora para tentar reverter. E se o time chorão for do Rio, ajuda a virar a mesa.

É lamentável o que aconteceu com o time da Portuguesa, ganhou o direito em campo de ficar na elite, porém, no tapetão foi rebaixado. Tudo para salvar um time que não correspondeu na temporada. A acusação: escalação de um jogador irregular, a pena: perda de 3 pontos mais os conquistados na partida. Com isso foi-se 4 pontos e a entrada na zona de rebaixamento.  Detalhe a publicação da suspensão foi feita um dia depois do jogo, ou seja induziram a Portuguesa ao erro. No entanto, em outras ocasiões outros times com a mesma situação não perderam pontos, o próprio Fluminense não chegou a perder os pontos na temporada 2012. 

Se existiu má fé do time, que se crie outra forma de punir, jamais com perdas de pontos, afinal o resultado tem que ser em campo e não nos tribunais. Vamos voltar ao que era o esporte, ou, corre-se o risco do futebol não ser mais o futebol que até uns tempos era. 


sábado, 8 de fevereiro de 2014

Com que roupa eu vou?

Notícia: Professores ridicularizam homem em aeroporto.

Com que roupa deve-se ir quando for viajar? a partir de agora terá que se perguntar, ou correrá o risco de ser questionado por pessoas que julgam vestimenta. O caso ocorrido no Rio não é exclusivo, é comum encontrar pessoas espalhadas pelo país que julgam pessoas por roupas. 

Usar um jacaré bordado na camiseta nada dirá da condição social da pessoa, nada. Muito pelo contrário, grandes redes lucram bilhões todos os anos justamente porque existem pessoas que tem a necessidade de mostrar ser algo que não é. Daí Gastam R$ 300,00 em uma camiseta, R$500,00 em um tênis outro tanto numa calça. Só com três pecinhas e prestações a perder de vista deixou na loja um feriado que poderia passar no Nordeste. Tudo para causar inveja em parentes e colegas e demonstrar ser o que não é para estranhos. 

Existem pessoas que não tem coragem de pagar esse valor em um pedaço de pano, e são justamente estas pessoas que progridem, que sabem aproveitar a vida consigo mesmo e estão pouco ligando sobre o que os seus semelhantes endividados irão pensar. Roupa não define classe social, seguir uma tendencia define: define que o sujeito é alienado e refém da Indústria Cultural.