A natureza esta respondendo com violência em todos os cantos do mundo, nos últimos dias os noticiários vem mostrando diferentes situações em diferentes regiões. É o vulcão no Chile, tufão em Santa Catarina e o terremoto no Nepal. Com isso vidas foram ceifadas, patrimônios se perderam e milhares de dólares de prejuízo.
A situação pode ser diferenciada em cada caso, porém os três acontecimentos se igualam no sentido que nenhum deles a população ou o governo estão preparados para tais acontecimentos. A nível mundial poucas nações estão prontas para se reconstruir após catástrofes. O Japão é o melhor exemplo, desde pequeno os japoneses aprendem como agir em diferentes situações, sem falar que as construções são a prova de terremotos. Nem sempre é possível prever quando e onde a natureza vai mostrar sua fúria, porém um programa para prevenção seria fundamental. Pelo visto o mundo precisa aprender com os japoneses.
Vulcão Chile
O vulcão Calbuco entrou em atividade no final de abril. Uma grande quantidade de cinzas lançadas por ele nas duas erupções causaram transtornos para chilenos e argentinos.
Ele estava inativo havia 54 anos, em suas duas erupções o vulcão lançou 210 milhões de metros cúbicos de cinzas. Cada metro cúbico significa cerca de uma tonelada de material vulcânico que se acumulava nas localidades mais próximas, resquícios chegaram ao sul do Brasil também.
Um tufão atingiu o oeste catarinense, o vento pode ter variado entre 100km/h a 330km/h. 120 pessoas feridas 2 mortes, 40% dos imóveis da cidade destruídos. Esse foi o reflexo do ciclone que atingiu os municípios de: Chapecó, Guatambu, Ipuaçu, Nota Itaberaba, Cordilheira Alta, Abelardo Luz, Coronel Freitas, Bom Jesus, Ouro Verde, São Domingos, Caxambu do Sul, Planalto Alegre, Concórdia, Lindóia do Sul, Alto Bela Vista, Ponte Serrada, Ipumirim, Passos Maia, Xavantina, Vargeão, Faxinal dos Guedes, Arabutã, Presidente Castelo Branco, Jaborá, Itá, Arvoredo e Paial. Xanxerê foi a cidade mais prejudicada, agora os morados tentam recuperar a cidade. Doações chegam de todo o Brasil. O custo estimado para reconstrução é de R$80 milhões. O sul do Brasil é o segundo lugar do mundo mais propenso a tornados.
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