Uma
dúvida que entrará para a história: Espanha entregou o jogo? Há uma expressão
no futebol que diz: jogar com o regulamento debaixo do braço. Com a classificação
podendo ser administrada, fica mais suave jogar, porém, pode não sair como o
planejado. Na partida em questão havia vantagem em perdeu o jogo? Até em tão o
desenho mostrava um caminho mais fácil, no entanto, ao final da terceira
rodada,o caminho mais fácil, tecnicamente, é o outro lado. A princípio o
primeiro lugar do grupo faria o jogo com Bélgica ou Croácia, o segundo com
Marrocos, ou seja, tendo em vista o retrospecto, este seria o melhor caminho. Por
este pensamento havia vantagem em ser o segundo.
Jogar
com Marrocos é tecnicamente mais vantajoso do que com uma Croácia. Mas jogar
para perder é correto? Aqui vamos entrar num debate. É arriscado, pois pode
acabar tendo outro efeito, como quase teve. Por alguns minutos, no outro jogo,
a Costa Rica estava à frente no placar e com isso a Espanha estava dizendo
adeus também. Mas a Alemanha fez a parte dela, virou o jogo. Daí ficou no
aguardo pelo mesmo “favor” da Espanha. Só que não veio. Analisando este cenário,
será que podemos agora dizer que houve uma entrega?
Se afirmarmos que sim, estaríamos tirando o
mérito dos japoneses, que vem evoluindo no esporte. E outra, jogar dependendo
de outros resultados é complicado, pode dar certo como pode não dar. Neste
caso, não deu. Mas a Alemanha, sabendo do que estava acontecendo no outro jogo,
por que não fez mesmo? Hombridade. E depois o espírito esportivo não é este, é
competir e acreditar até o fim. Temos diversos exemplos de viradas incríveis no
final.
A
Alemanha é uma das seleções mais presentes em mundiais, é tetra campeã, esteve
em 8 finais. Sempre guerreira, tanto que no primeiro título, em 54, na Suíça,
foi considerada zebra, ganhou da favoritaça Hungria. O tempo mostrou que não
foi o acaso ganhar aquela Copa. No entanto, se a Espanha entregou ou não, só
Deus pode responder. Nós queremos acreditar que não, mas de qualquer forma, boa
sorte para Japão e Espanha na continuidade, criem suas história assim como a
Alemanha criou a dela.

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