sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

Espanha entregou o jogo?


Uma dúvida que entrará para a história: Espanha entregou o jogo? Há uma expressão no futebol que diz: jogar com o regulamento debaixo do braço. Com a classificação podendo ser administrada, fica mais suave jogar, porém, pode não sair como o planejado. Na partida em questão havia vantagem em perdeu o jogo? Até em tão o desenho mostrava um caminho mais fácil, no entanto, ao final da terceira rodada,o caminho mais fácil, tecnicamente, é o outro lado. A princípio o primeiro lugar do grupo faria o jogo com Bélgica ou Croácia, o segundo com Marrocos, ou seja, tendo em vista o retrospecto, este seria o melhor caminho. Por este pensamento havia vantagem em ser o segundo.

Jogar com Marrocos é tecnicamente mais vantajoso do que com uma Croácia. Mas jogar para perder é correto? Aqui vamos entrar num debate. É arriscado, pois pode acabar tendo outro efeito, como quase teve. Por alguns minutos, no outro jogo, a Costa Rica estava à frente no placar e com isso a Espanha estava dizendo adeus também. Mas a Alemanha fez a parte dela, virou o jogo. Daí ficou no aguardo pelo mesmo “favor” da Espanha. Só que não veio. Analisando este cenário, será que podemos agora dizer que houve uma entrega?  

 Se afirmarmos que sim, estaríamos tirando o mérito dos japoneses, que vem evoluindo no esporte. E outra, jogar dependendo de outros resultados é complicado, pode dar certo como pode não dar. Neste caso, não deu. Mas a Alemanha, sabendo do que estava acontecendo no outro jogo, por que não fez mesmo? Hombridade. E depois o espírito esportivo não é este, é competir e acreditar até o fim. Temos diversos exemplos de viradas incríveis no final.

A Alemanha é uma das seleções mais presentes em mundiais, é tetra campeã, esteve em 8 finais. Sempre guerreira, tanto que no primeiro título, em 54, na Suíça, foi considerada zebra, ganhou da favoritaça Hungria. O tempo mostrou que não foi o acaso ganhar aquela Copa. No entanto, se a Espanha entregou ou não, só Deus pode responder. Nós queremos acreditar que não, mas de qualquer forma, boa sorte para Japão e Espanha na continuidade, criem suas história assim como a Alemanha criou a dela.


 

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