Já é de conhecimento público
a crescente imigração oriunda dos países do Oriente Médio para as nações ricas
da Europa, a França principalmente. E nesses últimos dias estão ganhando ainda
mais os holofotes, devidos a atentados e ameaças recorrentes. Junto com a
família trazem a cultura e principalmente a religião. Dessa forma o islamismo
ganha terreno onde outrora era inexpressivo. Agora, não é mais. Dados apontam o
crescimento da religião de Maomé, no entanto, o aumento não se deve a
conversões, mas, sim devido a elevada prole. No geral muçulmanos tem mais
filhos do que os cristãos, por isso, o número de adeptos cresce.
Mas no que esse crescimento
pode preocupar? Cultura é algo que pode
ser mudado, e dependendo do cenário, facilmente e se nada for feito, a Europa
como conhecemos hoje deixará de existir.
O que é necessário para manter uma cultura? Para manter uma cultura por
no mínimo 25 anos é preciso uma taxa de fecundidade superior a 2,1 filhos por
mulher, abaixo disso a população entra em declínio; uma taxa de 1,3 é
impossível de reverter, pois, é necessário de 80 a 100 anos para recuperar,
e não há modelo econômico que sustente a cultura por esse tempo. Historicamente
nenhuma civilização sobreviveu com uma taxa de 1,9. A União Europeia atualmente
está com uma taxa de 1,38; a França está com 1,8. No entanto, a população da
Europa não está caindo, e sabe por quê? Imigração, imigração islâmica. Desde o
início da década de 90, mais da metade do crescimento populacional vem da
imigração.
Muitos estão calados e
aceitando a islamização sutil do território, se continuar nesse ritmo a França
será uma nação islâmica em apenas três décadas. Isso se baseando estatisticamente,
mas estatística não ganha jogo. A “islamização” do continente não é motivo de preocupação,
mas sim de oportunidades. Diferente do Oriente Médio, os países ricos da Europa
tem liberdade religiosa. Cada um segue a fé que acredita, e cada um é livre
para transmitir sua mensagem.
Cristãos têm como uma
ordenança: ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda à criatura. No
entanto, em muitos lugares existem barreiras para divulgar as boas novas, o
Oriente Médio é um deles. Na história da igreja ela nunca perdeu, e continuará
assim. Eles podem ter a intenção de islamizar a Europa, porém, lá é território
de liberdade religiosa. Lá eles podem entrar em contato com os ideais do
cristianismo, podem converter-se, ler a Bíblia, ter acesso a material cristão
sem correr riscos. Afinal, estão num país que tem liberdade. Por isso, não
creio que seja preocupante o aparente crescimento da religião muçulmana, eles
estão apenas chegando, dê um pouco tempo, logo logo esses números mudam. Daí o
que acontecerá será o contrário, muitos ex-muçulmanos voltando para o Oriente
Médio e pregando para o seu povo, com uma vantagem: sem a barreira da língua. Por
isso, o nome ideal do título é: Oriente Médio a um passo do cristianismo.
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