quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

França a um passo do islamismo


Já é de conhecimento público a crescente imigração oriunda dos países do Oriente Médio para as nações ricas da Europa, a França principalmente. E nesses últimos dias estão ganhando ainda mais os holofotes, devidos a atentados e ameaças recorrentes. Junto com a família trazem a cultura e principalmente a religião. Dessa forma o islamismo ganha terreno onde outrora era inexpressivo. Agora, não é mais. Dados apontam o crescimento da religião de Maomé, no entanto, o aumento não se deve a conversões, mas, sim devido a elevada prole. No geral muçulmanos tem mais filhos do que os cristãos, por isso, o número de adeptos cresce.

Mas no que esse crescimento pode preocupar?  Cultura é algo que pode ser mudado, e dependendo do cenário, facilmente e se nada for feito, a Europa como conhecemos hoje deixará de existir.  O que é necessário para manter uma cultura? Para manter uma cultura por no mínimo 25 anos é preciso uma taxa de fecundidade superior a 2,1 filhos por mulher, abaixo disso a população entra em declínio; uma taxa de 1,3 é impossível de reverter, pois, é necessário de 80 a 100 anos para recuperar, e não há modelo econômico que sustente a cultura por esse tempo. Historicamente nenhuma civilização sobreviveu com uma taxa de 1,9. A União Europeia atualmente está com uma taxa de 1,38; a França está com 1,8. No entanto, a população da Europa não está caindo, e sabe por quê? Imigração, imigração islâmica. Desde o início da década de 90, mais da metade do crescimento populacional vem da imigração.

Muitos estão calados e aceitando a islamização sutil do território, se continuar nesse ritmo a França será uma nação islâmica em apenas três décadas. Isso se baseando estatisticamente, mas estatística não ganha jogo. A “islamização” do continente não é motivo de preocupação, mas sim de oportunidades. Diferente do Oriente Médio, os países ricos da Europa tem liberdade religiosa. Cada um segue a fé que acredita, e cada um é livre para transmitir sua mensagem.

Cristãos têm como uma ordenança: ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda à criatura. No entanto, em muitos lugares existem barreiras para divulgar as boas novas, o Oriente Médio é um deles. Na história da igreja ela nunca perdeu, e continuará assim. Eles podem ter a intenção de islamizar a Europa, porém, lá é território de liberdade religiosa. Lá eles podem entrar em contato com os ideais do cristianismo, podem converter-se, ler a Bíblia, ter acesso a material cristão sem correr riscos. Afinal, estão num país que tem liberdade. Por isso, não creio que seja preocupante o aparente crescimento da religião muçulmana, eles estão apenas chegando, dê um pouco tempo, logo logo esses números mudam. Daí o que acontecerá será o contrário, muitos ex-muçulmanos voltando para o Oriente Médio e pregando para o seu povo, com uma vantagem: sem a barreira da língua. Por isso, o nome ideal do título é: Oriente Médio a um passo do cristianismo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário