Certa vez ouvi a seguinte frase: jornalistas
de hoje estão mais para reprodutores de ideologia. Analisando o atual cenário
parece que é verdade. Fake news estão mais presentes do que notícias
verdadeiras e muitas vezes a própria mídia colabora com isso, mas como? Manchetes sensacionalistas, não
ouvir todos os lados, tirar frases do contexto, colocar na boca coisas que
jamais foram ditas e distorcer pensamentos.
A tentativa de manipular a
opinião pública não vem de hoje, é coisa antiga. Mas, com o advento das redes
sociais essa técnica se popularizou. O jornalista é um cidadão e tem todo o
direito de ter sua visão sobre qualquer assunto. Vou ainda mais longe, o
comunicador deveria ter o direito de expressar isso publicamente sem
represálias. Mas, não é dessa forma que acontece. O que acontece é uma
tentativa de desqualificar os adversários e por diversas razões isso acontece.
Nosso país peca também por ter um
nível de educação baixo, a maioria recebe a informação, mas não questiona, não
pergunta e nem pára para meditar se é verdade ou não. E é justamente aí que um
boato toma coro. E já é comprovado que uma mentira se espalha muito mais rápido
que a verdade. Quem transmite passa adiante por ingenuidade? Pode ser, e os
criadores da “notícia” sabem disso. É triste ver que não há compromisso com a
verdade, tudo por interesses próprios. Como já foi dito: defenda aquilo que
acredita. Porém, não use de mentiras, debata no campo das idéias, deixe que
cada um escolha um candidato com seus ideais. Ou será que recorrem à mentira
justamente por que veem que a maioria da população não pensa da mesma forma que
esses “intelectuais”. E sendo assim no campo das idéias não vencem.
A dica que dou aqui é simples:
sempre questione, busque outras fontes e entenda todo o contexto. E jamais
compartilhe nada que não tenha certeza de sua veracidade.
Em tempo: este texto pode
compartilhar!
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