O
Exame Nacional do Ensino Médio foi realizado no último fim de semana; nesse ano
a polemica se deu por questões doutrinatórias: feminismo, socialismo, capitalismo
opressor, globalização e desemprego, vitimíssimo e muito “mimimi” . De todas as
questões risíveis, a que mais gerou polêmica e repercussão nas redes sociais
foi essa:
“Ninguém
nasce mulher: torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico, econômico
define a forma que a fêmea humana assume no seio da sociedade; é o conjunto da
civilização que elabora esse produto intermediário entre o macho e o castrado
que qualificam o feminino.”
Sim, um tapa na cara da biologia. Mas, já que
levaram a questão para o lado sociológico, vamos lá: Simone Beauvoir é a autora
da pérola; admirada pelas feministas e muito defendida por elas. Mas, quem foi
essa mulher? Uma de suas bandeiras foi
lutar para que afrouxassem as leis em relação à pedofilia. Mas, por que isso? Basta analisar o histórico
dessa senhora: Ela tinha um caso com Jean Sartre, aproveitou-se do seu oficio
de professora para atrair meninas e prepara-las para serem entregues a ele, que
segundo consta tinha por objetivo tirar a virgindade das mesmas.
Ela ainda dedicou-se ao nazismo, na
época que a França estava ocupada por nazistas, Simone trabalhava na Rádio
Vichy, rádio que era porta voz dessa ideologia. Autores feministas, como a Dra.
Ingrid Galster, que dedicou anos de sua vida a estudar Simone de Beauvoir,
admitem, mesmo a contragosto, que a atitude manifesta por Beauvoir como
diretora de sonografia na máquina de propaganda nazista era, no mínimo, de
colaboracionismo sutil e a forma pela qual ela chegou àquele trabalho não foi
via coerção – mas sim por uma escolha perfeitamente consciente.
Casamento,
feminilidade e a maternidade? Em um debate sobre o assunto, ela respondeu: "Não,
nós não cremos que qualquer mulher deva ter essa escolha. Nenhuma mulher
deveria ser autorizada a ficar em casa para criar crianças. A Sociedade deveria
ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa escolha, exatamente
porque se houver tal opção, mulheres demais irão fazê-la. É uma forma de forçar
as mulheres em uma certa direção. Em minha opinião, enquanto a família e o mito
da família e o mito da maternidade e o instinto maternal não forem destruídos,
as mulheres continuarão a ser oprimidas. A maternidade relega a mulher a uma
existência sedentária; é natural para ela ficar em casa enquanto os homens
caçam, pescam e vão à guerra." Palavras de Simone.
Essa foi a vida de uma das heroínas do
movimento feminista, foi a vida da pessoa que ganhou destaque positivo num
exame onde mais de sete milhões de pessoas realizaram. Qual foi a intenção dos elaboradores da prova?
Posição política cada um tem a sua, afinal, o Brasil ainda vive numa
democracia, mas, apontar a ideologia de esquerda como linda e a direita como
opressora isso na real é: desonestidade
intelectual.
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