quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Fim do filho único

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1,3 bilhão de pessoas vivem atualmente na China, população muito superior a todo o continente Americano que tem 954 milhões de habitantes. O país no final dos anos 70 criou a política do filho único, cada casal poderia ter apenas um filho; medidas que visavam à redução populacional. Com isso a densidade demográfica cairia, afinal, a China precisava parar com o crescimento, e para isso é necessário uma taxa de natalidade inferior a 2,1.  

Estima-se que devido a esse controle 400 milhões de pessoas deixaram de nascer, porém, a estudos que dizem que muitas crianças nascidas não foram registradas, dessa forma, não existem oficialmente. A maioria são meninas, que hoje vivem como se não existissem. No interior era mais fácil fugir da fiscalização, lá os pais tinham mais filhos, até porque era necessário para ajudar no campo.

Os chineses tem uma forte cresça que é o filho homem que deve cuidar dos pais na velhice, sendo assim as meninas são preteridas. Muitas são abandonas, ou nem chegaram a nascer, foram abortadas. O governo até proibiu divulgarem o sexo no ultrassom com meio de tentar acabar com essa prática.

Outra questão: existem mais homens do que mulheres, muitos jovens ficam solteiros e acabam sequestrando moças para que elas venham ser suas esposas. A obrigatoriedade do filho único trouxe muitos transtornos, e a consequência esta ai agora. Mas, o governo pretende acabar com essa obrigatoriedade, irá permitir que os casais tenham até dois filhos. Importante medida,  já estão planejando o futuro, pois, se continuar da forma como esta o país entrará em colapso quando essa geração envelhecer.

Ser pai e mãe é um direito de cada casal, é justo que eles escolham quantos herdeiros irão querer, é justo que eles façam planejamento de acordo com suas possibilidades. Quem pode ter um que tenha um; quem pode ter mais que tenha mais. 

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