O
ano de 2015 entrou para história: catástrofes, descobertas, intolerância,
mortes. O período foi marcado por situações que abalaram a humanidade. O mundo assistiu a corrente migratória de
povos do Oriente Médio para as nações ricas da Europa. Ao todo foram mais de 1
milhão de pessoas que se arriscaram para ter uma vida melhor. Muitos não
conseguiram, acabaram presas, ou foram barradas por autoridades na Hungria,
Grécia e Eslováquia. Muita dor e desespero os refugiados enfrentaram, no
entanto, o que mais comoveu foi à morte do menino Aylan Kurdi, encontrado em
uma praia turca. Ainda foi possível presenciar uma jornalista húngara dando uma
rasteira num pai com o filho no braço.
Conflitos
não foi exclusividade do Oriente Médio, as atenções também estiveram sobre
Burundi (oeste da África), onde duas etnias, tutsis e hutus, intensificam os conflitos.
Em 1994, Ruanda ( vizinho de Burundi)
teve uma guerra civil entre as duas castas, o resultado foi mais de 1 milhão de
mortos. Mediações estão sendo feitas, para que não ocorra nenhum massacre
semelhante.
A
natureza também mostrou sua revolta; no Nepal um terremoto de magnitude 8.1
tira a vida de 9 mil pessoas. Abalos também
foram sentidos em outras partes do mundo, o Chile, por exemplo. Enchentes deslizamentos,
incêndios, maremotos. A natureza mostrou-se mais incontrolável nesse ano. Em Mariana MG, o rompimento de duas barreiras
da Samarco causou destruição por onde passou, a lama correu até o Espirito
Santo e chegou ao mar. O impacto ambiental foi tão grande que é possível que o
lugar jamais se recupere, as famílias atingidas foram alojadas, porém, não tem
perspectiva de voltar à vida como era antes da tragédia.
Na
França, o ano começou e terminou com atentados. Em janeiro, chargistas da revista Charlie Hubdo, foram mortos por
radicais islâmicos. Os cartunistas eram conhecidos pelas tiradas ácidas, principalmente
em relação a religião. Em novembro ataques com tiros e explosões deixam 130
pessoas mortas em Paris. Três homens bombas causaram explosões no Stade de
France, durante um amistoso entre França e Alemanha.
No
Brasil, milhões de pessoas saíram as ruas para pedir o impeachment da
presidente Dilma Rousseff , ao todo foram 4 manifestações, sendo a primeira em
março e a última em dezembro. No
entanto, não foi somente Dilma o alvo das manifestações, o presidente da câmara
Eduardo Cunha, também foi lembrado, principalmente após divulgação de suposta
conta milionária na Suíça.
Nenhum comentário:
Postar um comentário