segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

29 de fevereiro

29 de fevereiro data tão especial, no geral ele acontece de 4 em 4 anos, por que no geral? O ano bissexto ocorre em todos os anos divisíveis por 4, como 2004, 2008, 2012, 2016, 2020. No entanto, nos anos que são divisíveis por 100 e não são divisíveis por 400, este dia não ocorre. Deste modo os anos 1700, 1800 e 1900 não contém o dia 29 de fevereiro, enquanto que 1600 e 2000 contêm. O ano 2100 não será bissexto, assim sendo depois de 2096 o próximo ano bissexto será 2104, ou seja, 8 anos.

Mas, o que acontece com quem nasce no dia 29 de fevereiro, quando que comemora o aniversário? Nascer nesse dia parece ser especial, a pessoa pode se sentir mais jovem, já que leva 4 anos para colocar uma vela a mais no bolo. Quem nasce nesse dia, faz questão de comemorar nesta data. Mas, a lógica é simples: quem nasce até meio dia comemora como sendo dia 28, e quem nasce depois do meio dia como sendo 1 de março. Inclusive tendo essa possibilidade para registrar o nascimento.

O mês de fevereiro é diferente de todos os outros meses do ano e já assim é desde a antiguidade. Já teve 29 e mesmo 30 dias em anos bissextos, mas por determinação do imperador de Roma que na época era Julio Cezar, ficou decidido que fevereiro passaria a ter definitivamente 28 dias e em anos bissextos 29 dias. O dia que anteriormente pertencia ao mês de fevereiro, passou então nesta época, para o mês de agosto de forma a ficar igual ao mês de julho.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Políticos não são culpados


Socorro!!! Este é o grito entalado na garganta de milhões de brasileiros.  Desanima acompanhar o noticiário, parece que nada de bom pode vir de Brasília. E quanto mais se investiga, mais indignado o povo fica. Políticos estão  passando por situações difíceis, parece que a corrupção foi revelada, finalmente. Acredita-se que tenha muito mais. Devemos aguardar os próximos acontecimentos, o que é certo é que já é um momento histórico.

A população anda revoltada, não dá para tirar a razão. Afinal é o dinheiro de nossos impostos. E uma coisa que o Brasil faz bem é pagar imposto, a carga é tão grande que os antigos romanos se sentiriam constrangidos no Brasil. No entanto a arrecadação trilionária parece não ser suficiente, pois o país anda quebrado e falta tudo: hospitais, escolas, segurança, enfim tudo. Será que a arrecadação é insuficiente ou tem outra razão? Em 2015 o governo arrecadou mais de R$ 2 trilhões em tributos, isso é muito ou pouco? Vamos fazer uma comparação, se o governo arrecada-se R$1 (um real) por segundo, levaria 64 mil anos para juntar esse montante. Então dá para deduzir se é ou não muito, e também dá para imaginar o tamanho dos desvios.

Quando se fala em corrupção a primeira categoria que vem à mente são os políticos. Mas, não se esqueça de que eles não são mais do que reflexo do povo.  Povo corrupto é igual a político corrupto. Eles não vieram de outro mundo, e lá estão por pessoas que votaram, e muitas vezes por troca de favores, ou por que é o santinho que achou entre a casa e a urna. Política tem que ser levado com seriedade, se você não gosta, será governado por pessoas que gostam.

Mas será que eles são os únicos a tirar vantagem de tudo? Esse tal de jeitinho brasileiro, o que é isso?  Os que têm essa mentalidade são corruptos naquilo que está ao seu alcance, e se tivessem na política fariam o mesmo. Não, não adianta querer dizer que isso não procede. Quem é fiel no pouco, será fiel no muito. Quem é infiel no pouco será infiel no muito.

Ficar com o troco a mais e achar que o caixa é um otário, pedir para o colega bater o ponto de entrada acreditando que não há problema, já que na mente o patrão é um explorador. Levar o carro em 15 mecânicos e ter 15 diagnósticos diferentes, quando chega um feriado prolongado correr arranjar um atestado. Empurrar criança com mais de 6 anos por baixo da catraca do ônibus.  Tantas outras ações poderíamos citar, mas, daí não sairíamos do lugar.

Mas vamos falar uma real: o que o Brasil precisa é uma mudança de cultura, esse negócio de levar vantagem em tudo precisa acabar, já. O brasileiro é mal visto no exterior por causa dessas ações, o espertão, o baozão; na verdade não passa de um mané, que na primeira oportunidade que teria também desviaria dinheiro para usufruir de uma vida melhor. Afinal, qual a diferença da pessoa que defrauda seus patrões, ou um semelhante para um político que desvia milhões? Não existe diferença, cada um pega aquilo que esta ao seu alcance. Antes de exigir políticos melhores exija brasileiros melhores. 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Uniforme opressor



A educação brasileira após chegar ao fundo do poço, começou a escavar mais e mais. Não existem mais limites, outrora professor tinha autoridade de pai dentro da sala de aula, hoje alunos mandam e desmandam. Por essas e por outras que o Brasil é um dos piores em todos os rankings de educação. Nossos estudantes estão totalmente desorientados e lutando por pautas absurdas, e impensadas até pouco tempo.

Num tradicional colégio de Porto Alegre, alunas começaram um movimento para usarem shortinho na escola.  Segundo elas a proibição vem do machismo; vamos rir afinal é piada. Antes fosse uma anedota, isso que presenciamos na escola é reflexo de forte doutrinação marxista ( senhores pais, disponibilizem um tempo para verificar o material que o professor trabalha em sala de aula, você poderá se surpreender).  Ao contrário do que elas afirmam o uniforme não é opressor, não é machista e não quer diminuir a mulher. Uniforme serve para igualar todos os estudantes, serve para garantir a segurança de funcionários e alunos, enfim o uniforme é a identificação da escola.

Cada ambiente tem sua forma adequada de vestimenta, shortinho é coisa para um clube, shopping, praia; não em ambiente escolar. Você não vai de uniforme escolar à praia, pelo mesmo motivo que você não deve ir de shortinho à escola. Mas, já que querem pagar de revolucionárias que tal aceitar um desafio, topam? Shortinho no inverno porto-alegrense mostre que estão afim. Afinal, sem luta não há vitória. Claro, que o desafio não é para valer, pois, certamente não aceitaram e viriam com outra vitimização.

O curioso é que se sentem oprimidas pelo sistema estudando num dos colégios mais caros do Rio Grande do Sul. Que sistema perverso não é mesmo? Sim, o sistema é perverso com a escola pública, que não tem a estrutura que o colégio particular tem. Lá estudam com ar condicionado, escola pública muitas vezes não tem nem ventilador; escola pública não tem laboratório de informática, de química, quadras de esporte descente. Escola pública mal tem professores. Se lutam pelo direito das mulheres, por que não lutam pelo direito das que não podem pagar uma alta mensalidade em escola particular? Por que não lutam para as que não podem ter I Phone, das que não podem ficar à tarde no shopping fazendo compras?

Ao contrário do grito de ordem de vocês: não haverá shortinho. Escola é para ter formação moral e intelectual. Não é desfile, não é lugar para aparecer. Não está feliz? Saía da escola e ache alguma que se adapte a sua rebeldia. 

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Geração criada pelos bisavós



Você pode imaginar que o título é um exagero e foge à realidade. Calma, leia o artigo que vamos transcorrer o assunto. No final você entenderá que essa situação é bem possível de acontecer de fato. Afinal nos dias de hoje tornou-se normal pessoas serem responsáveis pela criação e educação dos filhos dos seus filhos. Foi-se o tempo onde isso era de inteira responsabilidade dos pais. Se antigamente era impensável, agora cuidar dos netos é quase como obrigação, infelizmente.  E as razões são diversas, desde a necessidade dos pais trabalharem a não quererem cuidar mesmo. E a segunda opção é a mais comum.

Adolescentes despreparados para a vida, sem qualquer juízo engravidam.  Como não há meio de esconder por muito tempo, o que resta é contar a verdade para os pais. Estes a principio entram em choque, porém, logo ficam felizes, afinal criança sempre é benção. E passam a mimar o neto ainda no ventre. Resultado de tudo isso: muitos acabam morando com os avós, vendo seus genitores às vezes. A relação filho mãe ou filho pai esta muito, muito diferente do que foi em toda a história da humanidade. Atualmente parece que ninguém quer assumir responsabilidades, dessa forma terceirizam os cuidados. E com um agravante, avós mimam demais os netos. Por isso que os jovens de hoje são cheios de “mimimi” e não suportam serem contrariados.  Querem tudo para agora. É triste imaginar como será o mundo depois que os idosos de hoje partirem, nesse ritmo a perspectiva não é nada animadora.

Essa geração denominada Z nascida a partir dos anos 90, esta começando a procriar. E não estranhe se elas tomarem a mesma atitude de seus pais, delegando o cuidado dos filhos a outros, no caso, aos avós. Daí nascerá uma nova geração, a geração de crianças cuidadas pelos bisavós. E isso é bem possível de acontecer, não estranhe se você já começar a ver casos assim. Tem tudo para ser comum. Afinal só estarão reproduzindo aquilo que sempre presenciaram. E com o aumento da expectativa de vida pessoas com 70 anos ainda tem vigor físico para criar e educar mais uma geração.

Quem tem culpa disso? Elas mesmas que não souberam impor limites. Para cada ação tem uma reação. Agora que poderiam aproveitar a vida e concretizar projetos, tornaram-se escravos de crianças. Cuidou dos filhos, isso normal; depois ajudaram os netos até se tornar os únicos cuidadores deles, agora cuidarão dos filhos dos netos. Tudo isso, poderia ter sido evitado se desde o início tivessem posto limites. Até poderiam cuidar enquanto os pais tivessem trabalhando, mas, depois disso deveriam deixar os filhos assumir a responsabilidade. Nada de cuidar para que vá à balada, para ficar o final de semana inteiro fora de casa, para curtir a vida como se não tivessem filhos. Quem pôs no mundo que tem que cuidar, os avôs no máximo auxiliam. Mas, inverteram-se os papéis, agora que venham os bisnetos. 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

O golpe da universidade para todos


Antes que você venha com impropérios, sugiro a ti ler todo o artigo. Você até poderá discordar, no entanto, saberá qual é a posição. Antes de tudo, sim, estudar é preciso, e passar a vida aprendendo coisas novas é uma benção. E uma graduação é sempre enriquecedora no âmbito intelectual. Na atualidade existem inúmeras facilidades para ingressar no ensino superior; quem não passar nas concorridas federais pode se aventurar numa particular. Mesmo, não tendo dinheiro para bancar as mensalidades. Pois, existem programas estudantis e de financiamentos. Quem quer concluir o sonho de pegar o canudo tem mais chance.

No entanto, formatura é apenas um pequeno passo, outros maiores serão necessários para continuar trilhando o caminho que almeja. Para o governo quanto mais gente formada, melhor. Dessa forma, ele pode inflar os dados do país no exterior. Afinal, estatística é a arte de torturar os números até que eles confessem o que se deseja.

A “força de vontade” do poder público de querer todos nas universidades acaba tendo efeitos negativos lá na frente. Por quê? Eu explico. Não é novidade para ninguém que o mercado está cada vez mais competitivo e exigente, não estamos mais nos anos 60 onde você acabava o segundo grau e tinha cinco empregos atrás de você, ensino superior então já estaria feito na vida. Hoje, o seu melhor não é o suficiente, a concorrência é grande, muitos são os  formandos todos os anos. E os empregos não acompanharam essa tendência. Apenas colocam-se pessoas em salas de aula ao mesmo tempo em que vagas estão sendo cortadas em todos os setores.

É evidente que quem entra para estudar tem uma boa perspectiva em relação ao futuro, acredita que pelo menos com ela tudo dará certo. Mas, começa-se a estudar, muitos precisam trabalhar para se manter, o aproveitamento já não será mais o mesmo daqueles que tem a disponibilidade de só estudar. Mas, mesmo esses, chega um momento de buscar um estágio. E acabam  se deparando com vagas bizarras: Estagiário com experiência. Incoerência, não é mesmo? Se for estagiário é justamente para adquirir experiência, como alguém que recém entrou terá tal experiência? E sem falar ainda dos cursos que tem estágio obrigatório e no geral esses não são remunerados, ou seja, tem que literalmente pagar para trabalhar.

O erro desses programas é querer colocar todos em instituições de ensino, sem ter programa algum de emprego no futuro. Nesse ritmo o Brasil em pouco tempo será uma nação com uma população com nível superior, porém, desempregados. Sabemos que infelizmente os brasileiros não tem uma visão de longo prazo, enxergam aquilo que está sendo mostrado no momento. Não conseguem fazer uma ligação com o futuro, e, é nisso que os políticos ganham. Pois, apresentam dados, verdadeiros, sobre a situação do ensino universitário, mas, simplesmente omitem a situação do mercado de trabalho.

E para quem consegue atuar muitas vezes se pergunta se vale a pena tanto esforço para uma recompensa financeira pequena. E tendo que se profissionalizar mais e mais. Hoje, não é difícil achar vagas “absurdas” tendo pessoas que não encontram outra solução senão pega-las, exemplo: Pessoa com MBA para salário de R$1300; ou telemarketing com ensino superior. Parece gozação, não é mesmo? Mas, vagas assim já foram divulgas em RHs.

Qual é a solução? O trabalho e o ensino  no Brasil tem que ser pensado desde o seu inicio. E o país precisa muito, afinal, temos uma dos piores ensinos do mundo. Então ser graduando no Brasil ou em outro lugar tem um peso diferente. Pois o calouro daqui não teve o mesmo preparo que outros. O que se deve fazer, além de melhorar a qualidade é seguir o exemplo das nações desenvolvidas, ver desde a criança quais são as habilidades dela e já ir direcionando para aquilo que ela é vocacionada. Não é nenhum demérito se ela não tiver aptidão para uma graduação; em diversos países cursos técnicos contam mais do que um 3° grau. O importante é ela fazer aquilo que gosta, e não o que esta na moda.


sábado, 6 de fevereiro de 2016

Carnaval: o cheiro do pecado



 Quatro dias de muita folia, é desta forma que os brasileiros comemoram a maior festa popular do país (embora não seja originária daqui). Nordeste, Rio de Janeiro, São Paulo, lugares onde o batuque e o agito só se encerram na quarta-feira à tarde.  Na verdade, onde dá uma amenizada, pois, alguns emendam até o fim de semana. Haja fôlego! E muitos têm esse fôlego, parecem ser incansáveis, mas tudo tem um fim. E o fim nesse caso não é melhor do que o inicio. E neste período que mais acidentes acontecem nas estradas; número de brigas e assaltos aumenta, casos de estupros são significativos. AIDS e demais doenças tem o ápice nesses dias. E não para por aí, nos meses seguintes muitos abortos acontecem devido à “festança”. Em novembro nascem os filhos do carnaval; e o momento onde é registrado o maior número de crianças com pai desconhecido. Sem falar das pessoas que saem na sexta-feira com a ideia de zoar muito e acabam voltando em um caixão para casa.

Quem leu até aqui, pode pensar que é tragédia demais para ser verdade, e eu digo: é tudo verdade, basta acompanhar o saldo da festa e comprovará. Porém, daí sempre aparece o “argumenteiro”: É, mas se a pessoa trabalha ela tem direito a se divertir numa folga, afinal não adianta só trabalhar e não viver. Com certeza, o descanso é fundamental até para a produtividade do individuo, porém, existe uma diferença muito grande entre se divertir e ser irresponsável. Diversão sadia tudo bem, aproveite, desfrute de sua folga. Mas, a vida tem que continuar após esta data. Será que vale a pena por tudo a perder, por algo que o cidadão acredita ser diversão?  
Quem curtia os bailinhos de carnaval de algumas décadas, hoje se assusta com a proporção que o evento tomou. O salão saiu às ruas, as roupas ficaram cada vez mais curtas, até que desapareceram de algumas pessoas (mulheres principalmente) algumas usam apenas um tapa sexo. As músicas antes eram ingênuas: “ Mamãe eu quero, mamãe eu quero, mamãe eu quero mamar....  Ei você aí, me dá um dinheiro aí, Não vai dar? Não vai dar não...” Hoje, dá até vergonha de transcrever os “hits” carnavalescos, antes tivessem ficado no duplo sentido, mas já transcendeu.

Tudo isso não é papo de moralista, ou de algum religioso fanático como alguns gostam de dizer. Carnaval só dá lucro para diretor de escola de samba e dono de cervejaria. Para o poder público é só gasto: gasto com hospital, ambulância, campanhas de prevenção, com tratamento de pessoas que perdem os movimentos, com indenização, com segurança.

Tem o grupo que prefere ficar em casa e acompanhando o desfile pela TV. É um show milionário com muita luz, cores e agito. Dá pena de saber que muitas pessoas que lá desfilam guardam o dinheiro o ano inteiro para estarem ali naquele momento, sacrifica o pouco que ganham para poderem estar presente. Ok, cada um faz o que quer com o seu salário, mas existem prioridades. Mas, vamos encerrar com uma coisa positiva sobre o carnaval: É feriado, uns dias de descanso, para quem não curte tem opções de passar em outros lugares, levar a família para o interior, embora existam grandes cidades que são perfeitas para conhecer nesses dias: Curitiba é um exemplo. E tem as igrejas que aproveitam os dias e fazem retiros. Se é feriado aproveite de alguma forma, se você não gosta existem boas opções para fugir do agito, o retiro como já comentado é uma dessas formas. E para você que curte, reveja seus conceitos. Você é o dono das suas vontades, mas é o escravo das consequências. Pense e reflita se esse evento não está indo longe de mais. Se hoje ainda existe eleição para escolher a melhor fantasia, em pouco tempo terá votação para escolher o melhor nu artístico. O carnaval só ira declinar moralmente.   

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Sem beleza, sem trabalho


É comum se deparar com anúncios de emprego exigindo pessoas de “boa aparência” como um dos requisitos da vaga.  O que é constatação de muitos de fato é verdade, comprovado com pesquisas e tudo: as pessoas mais belas são as preferidas às vagas.  Quem não se encaixa nos critérios de beleza, leva muito mais tempo para conseguir um trabalho. E não para por aí, elas tem mais dificuldade de conseguir uma promoção e manter-se no emprego, consultores da área apontam que os erros dos feios são levado mais em conta do que dos não feios, muitas vezes esses passam despercebidos. Se não bastasse os vencimentos são menores.

O que fazer numa situação dessas? Nada! Falta de beleza não se encaixa em grupos de minoria. É complicado, concorrência desleal, mas, a hipocrisia é o que comanda a sociedade que vivemos. Estudar, qualificar-se já não é tudo, é apenas um degrau, talvez o degrau mais baixo.

Se você acha que esse assunto não é verdade, que não é bem assim basta observar. Analise os profissionais que trabalham com o público, por exemplo, como é o perfil delas? Ou no meio da mídia ( a criadora dos tais padrões), jornalistas são pessoas de aparências, entrevistados para assuntos de interesse da população tem boa aparência, uma pessoa não tão bela assim só é entrevistada quando o assunto não é “intelectual”. Chegamos a tal ponto que até para ser atleta é necessário uma aparência.

Outra coisa, não confunda falta de higiene com aparência. São coisas distintas, falta de higiene dá para mudar, mas, a aparência que a natureza deu, não. Quem dera viver em um mudo onde as pessoas são julgadas pelo seu caráter e não por características que a mídia impõe e a sociedade acaba acatando.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Em busca de oportunidades

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Estudar não é tudo, esse é apenas um passo. Um caminho importante que nem todos querem percorrer. Na teoria esse principio deveria ser a recompensa pelo seu esforço e dedicação de anos, porém, nem sempre é assim. O mercado de trabalho esta cada vez mais exigente, com tantos requisitos torna-se impossível muitas vezes entrar nele. E não pense que é exagero essa constatação, afinal o que pensar quando se depara com uma vaga exigindo estagiário com experiência.  
                                                                                
Nem sempre uma pessoa qualificada consegue uma colocação no mercado de trabalho, as razões podem ser variadas. É triste não conseguir o seu lugar, sempre aquela questão do QI ( quem indica). E não são todos que tem um “padrinho” para dar um “empurrãozinho”. Talentos acabam sendo desperdiçados simplesmente por não poderem mostrar como são. Alguns diriam que são as regras do jogo: tudo bem, mas, até que ponto isso é uma disputa justa?

E bem verdade que não estamos mais nos anos 60, onde se saía do Ensino Médio e já havia dezenas de empregos; para quem tinha universidade então, já estava feito para o resto da vida. Hoje, não é mais dessa forma. Infelizmente formação não é garantia de emprego. Menos de 20% dos formandos vão trabalhar naquilo que se formaram. Para o resto basta procurar alternativas. E uma recolocação nem sempre é fácil, pois, mudar de área exige mais do candidato. Passar por tudo novamente com um diferencial: saber que a verdade não é tão linda quanto ela é pintada.      
                                                 
O importante é jamais desistir, os grandes homens de sucesso enfrentaram o “fracasso” diversas vezes antes de finalmente colher os louros de suas lutas. São inspirações que devemos ter, não deu certo na primeira tenta a segunda; não deu na segunda, tenta a terceira. As pessoas na atualidade têm tendências de desistirem com muita facilidade. A decepção muitas vezes fere, mas, é necessário passar por elas, tem que enfrentar. O sonho só permanece enquanto ele continua sendo regado, sem esse combustível não há como incendiar.                                                                                              
Oportunidades não se acha, se conquista, pode ser de diversas maneiras. Sempre crendo que uma hora os resultados virão. E precisamos ter essa esperança, afinal o homem vale o tamanho do seu sonho. 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Silêncio

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Trinnnnnnn........ não é toque de telefone é toque de celular. Deixar som padrão no celular não é normal, mas ele continua tocando, até que para.

No visor mostra 1 chamada não atendida. Silêncio, o ambiente está calmo, não se ouve nada.

Nada, até que um mosquito entra na sala e enche os nervos com seu zumbido. Nisso o telefone volta a tocar. Trinnnnnnn, nada ninguém atende, agora já são duas chamadas não atendidas.

O silêncio volta ao ambiente até que a torneira começa a pingar e cada pingo ouvido é uma dor a mais no coração, nisso volta o mosquito e o telefone novamente tocar.

Depois ouvir a torneira pingando, o mosquito zumbindo e a vez do cachorro do vizinho se manifestar e na mesma hora que o celular marca 5 chamadas não atendidas.

Pssiiiu, era só na placa de entrada da porta depois de mosquito zumbindo. Torneiras pingando, cachorro latindo, celular tocando foi a vez de escutar a folia dos gatos no telhado.

Telefone, mosquito, torneira pingando, cachorro, gato: carteiro, o homem estava ali.

Trinnnnnnn. Zummmmmm, plin plin, au au au, miau miau, carteiro, roc roc roc, rato roendo o pé da cadeira do começo do século.

Oitavo e último toque, a mosca sumiu, a torneira parou de pingar, o cachorro silenciou-se, os gatos sumiram, o carteiro deixou as correspondências debaixo da porta o rato se escondeu.

O som agora é de um carro chegando, sendo desligado, a porta sendo fechada, a chave abrindo a casa.
- Como é bom chegar em casa e encontrar tudo em silêncio , ai,ai,ai...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Você tem medo do que

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Você tem medo do quê? Normal, muitas pessoas tem medo. A fobia é definida como um medo anormal de um objeto ou situação, que na realidade não representa perigo algum. Os medos mais comuns ou fobias que as pessoas geralmente sofrem incluem: altura, escuridão, cobras, insetos, fechado em lugares, etc .Por exemplo,  você está ansioso, e se no caso você está exposto a essa situação, o terror é automático. A experiência pode ser tão assustadora ou estressante que você pode ir a qualquer medida para evitá-lo e acabaria por acabar mudando seu estilo de vida também.

Veja alguns exemplos de fobias curiosas:

Ablutofobia — medo de tomar banho; Androfobia — medo de homens; Catoptrofobia — medo de espelhos; Fagofobia — medo de engolir ou de comer; Gamofobia — medo de casar; Gnosiofobia — medo do conhecimento; Motefobia — medo de borboletas ou mariposas; Pantofobia — medo de tudo; Somnifobia — medo de dormir; Virginitifobia — medo de estupro.