sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Sem beleza, sem trabalho


É comum se deparar com anúncios de emprego exigindo pessoas de “boa aparência” como um dos requisitos da vaga.  O que é constatação de muitos de fato é verdade, comprovado com pesquisas e tudo: as pessoas mais belas são as preferidas às vagas.  Quem não se encaixa nos critérios de beleza, leva muito mais tempo para conseguir um trabalho. E não para por aí, elas tem mais dificuldade de conseguir uma promoção e manter-se no emprego, consultores da área apontam que os erros dos feios são levado mais em conta do que dos não feios, muitas vezes esses passam despercebidos. Se não bastasse os vencimentos são menores.

O que fazer numa situação dessas? Nada! Falta de beleza não se encaixa em grupos de minoria. É complicado, concorrência desleal, mas, a hipocrisia é o que comanda a sociedade que vivemos. Estudar, qualificar-se já não é tudo, é apenas um degrau, talvez o degrau mais baixo.

Se você acha que esse assunto não é verdade, que não é bem assim basta observar. Analise os profissionais que trabalham com o público, por exemplo, como é o perfil delas? Ou no meio da mídia ( a criadora dos tais padrões), jornalistas são pessoas de aparências, entrevistados para assuntos de interesse da população tem boa aparência, uma pessoa não tão bela assim só é entrevistada quando o assunto não é “intelectual”. Chegamos a tal ponto que até para ser atleta é necessário uma aparência.

Outra coisa, não confunda falta de higiene com aparência. São coisas distintas, falta de higiene dá para mudar, mas, a aparência que a natureza deu, não. Quem dera viver em um mudo onde as pessoas são julgadas pelo seu caráter e não por características que a mídia impõe e a sociedade acaba acatando.

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