É comum se deparar com anúncios
de emprego exigindo pessoas de “boa aparência” como um dos requisitos da
vaga. O que é constatação de muitos de
fato é verdade, comprovado com pesquisas e tudo: as pessoas mais belas são as
preferidas às vagas. Quem não se encaixa
nos critérios de beleza, leva muito mais tempo para conseguir um trabalho. E
não para por aí, elas tem mais dificuldade de conseguir uma promoção e
manter-se no emprego, consultores da área apontam que os erros dos feios são
levado mais em conta do que dos não feios, muitas vezes esses passam
despercebidos. Se não bastasse os vencimentos são menores.
O que fazer numa situação
dessas? Nada! Falta de beleza não se encaixa em grupos de minoria. É
complicado, concorrência desleal, mas, a hipocrisia é o que comanda a sociedade
que vivemos. Estudar, qualificar-se já não é tudo, é apenas um degrau, talvez o
degrau mais baixo.
Se você acha que esse
assunto não é verdade, que não é bem assim basta observar. Analise os
profissionais que trabalham com o público, por exemplo, como é o perfil delas?
Ou no meio da mídia ( a criadora dos tais padrões), jornalistas são pessoas de
aparências, entrevistados para assuntos de interesse da população tem boa aparência,
uma pessoa não tão bela assim só é entrevistada quando o assunto não é “intelectual”.
Chegamos a tal ponto que até para ser atleta é necessário uma aparência.
Outra coisa, não confunda
falta de higiene com aparência. São coisas distintas, falta de higiene dá para
mudar, mas, a aparência que a natureza deu, não. Quem dera viver em um mudo
onde as pessoas são julgadas pelo seu caráter e não por características que a
mídia impõe e a sociedade acaba acatando.
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