A vida é
curta. Curta um caso. Esse é o rumo que os sites de namoro vêm tomando. A
Ashley Madison é uma página destinada às pessoas que querem pular a cerca e
permanecer no anonimato. Quem se inscrevia acreditava ser uma alternativa para
não cair na chamada rotina do relacionamento. Porém, não existe nada seguro na
internet: um grupo de hackers invade o sistema e divulga nomes dos adúlteros,
cerca de 15 milhões passaram de espertalhões a culpados. É a casa caiu: pessoas
influentes, pessoas que tinham relacionamentos estáveis, tanto homem como
mulher. Agora, por irresponsabilidade poderão perder seus companheiros, ficar
com a marca da vergonha e não há o que questionar, pois, você é o dono de suas
decisões, mas também é escravo das consequências.
Os rumos que
as páginas de relacionamento vêm tomando eram impensados há algum tempo, embora
existissem sites de namoro. No entanto, isso não era impedimento para quem
estava comprometido achar outras pessoas, só que um lugar exclusivo para
traição não havia. Assim, muitos que tinham alianças firmadas assinavam a ficha
de inscrição como solteira. Dessa forma mantinham um ou até mais namoros,
crendo que nunca seria descoberto, às vezes era, às vezes não. Com Ashley
Madison a traição foi “liberada” e o peso de mentir o status de relacionamento
não haveria já que a ideia era conectar-se com comprometidos. E o local campeão
em infidelidade é a cidade de São Paulo.
Adultério
sempre foi e continuará sendo uma prática reprovável ( não confunda as
sociedades que tem a poligamia como opção).
A Infidelidade não machuca só quem é traído, filhos saem muito feridos
também. Diferente do que diz o lema da empresa a vida não é curta, ela não se
resume apenas a essa passagem na Terra. E ainda que a pessoa não tenha crença
alguma, que ela acredite que não precisará prestar contas de nada, ok, mas tem
uma coisa que ela não pode negar. Ficará marcado em sua história , os filhos,
netos, bisnetos não terão nada de positivo para contar sobre a existência. E um
homem com a história manchada é por que viveu sem honra.
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