Um menino
sírio de 2 anos encontrado morto numa praia turca correu o mundo, a comoção foi
enorme. Esse evento levou a discussão sobre migração ganhar novo capítulo. Diariamente
pessoas, muitas vezes famílias inteiras, arriscam a vida para fugir dos
conflitos: o Mar Mediterrâneo virou rota de fuga. O objetivo é chegar ao norte
da Europa, porém, várias são as barreiras. A Hungria está sendo uma dessas, até
uma cerca foi construída, e olhe que a intenção não é permanecer por lá, mas,
somente ser terra de passagem.
A Hungria é
um dos países mais pobres da União europeia, medidas adotadas por governos anteriores
atrasaram o desenvolvimento do país. Hoje a nação tem alta taxa de desemprego e
tem aproximadamente 14% da população a baixo do nível de pobreza. Mesmo com
essa situação o país está melhor que muitos outros. Quem chega por lá, não
deseja permanecer lá, mesmo assim encontram dificuldades, muitos são deportados
ou levados para campos de refugiados em Budapeste (capital do país).
A perspectiva
em torna da situação não é boa, a tendência é “piorar”, cenas como a do
garotinho pode ganhar novos personagens. De fato crianças de colo mortas sendo
levadas por onda fazem o mundo chorar, mas tudo poderia ser resolvido de
diversas outras formas. Primeiramente o homem deveria aprender a ser humano.
Guerra é a coisa mais imbecil que possa existir, pessoas morrendo, fome, peste
e tudo para quê? Para redesenhar o mapa mundial, tudo coisa para massagear o
ego humano. A luta pela sobrevivência, para se manter vivo é legítima, todos
tem o direito a vida ( não é isso que a Declaração Universal dos Direitos
humanos diz).
Outrora a Europa
mandou refugiados para vários cantos, muitas cidades brasileiras surgiram
graças a esses que fugiram de guerras para ganhar um lar desse lado do
Atlântico. Agora, que o continente esta pacificado seria o momento de olhar a história
e colocar em prática no presente. A vida do jovem menino não voltará, seus pais
queriam ir para o Canadá, Agora só o pai que está vivo e sem mais o desejo de ir até o destino
almejado, seu ideal agora é passar o resto de seus dias na Síria. O seu filho
não voltará nunca mais, porém, com certeza absoluta esta num lugar
infinitamente melhor do que o Canadá.
Agora,
o que resta é aquecer os corações e chegar a um consenso: Angela Merkel está
disposta a ajudar e pediu o mesmo para outros países da União Europeia. O
discurso dela bate um pouco com a opinião aqui postada há alguns dias:
Imigração contemporânea http://questionadorcurioso.blogspot.com.br/2015/08/imigracao-contemporanea.html. Agora o que resta é saber como cada nação ira
agir, pois, como já comentado a
tendência é que o fluxo de refugiados aumentem ainda mais.
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